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Dilma assina decreto que regulamenta lei de cotas
Regras devem valer já no próximo vestibular, de seleção para o 1º semestre de 2013
BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff assinou nesta quinta-feira o
decreto que regulamenta a lei de cotas em universidades e institutos
federais. O decreto determina que a reserva de vagas para estudantes de
escola pública, baixa renda, pretos, pardos e índios comece a valer já
no próximo vestibular, quando serão selecionados candidatos para o
primeiro semestre de 2013, conforme anunciou na semana passada o
ministro da Educação, Aloizio Mercadante. O Ministério da Educação (MEC)
informou que o decreto será publicado no “Diário Oficial” de
segunda-feira, e o ministro deverá conceder entrevista coletiva no dia
para falar sobre o tema.
Em seu primeiro ano de vigência, a lei prevê a reserva de 12,5% das vagas, por curso e turno, para cotistas. Esse percentual deverá crescer ano a ano até atingir, daqui a quatro anos, o percentual de 50% das vagas oferecidas nos processos seletivos das instituições federais de ensino mantidas pelo MEC.
O MEC havia informado no começo deste mês que a lei deveria ser aplicada imediatamente em universidades e institutos federais. Com a definição, editais de processos de seleção das universidades deveriam ser refeitos para abrigar as novas regras.
O presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Carlos Edilson de Almeida Maneschy, informou que a entidade aguardaria a publicação do decreto para apresentar uma posição concreta.
Em seu primeiro ano de vigência, a lei prevê a reserva de 12,5% das vagas, por curso e turno, para cotistas. Esse percentual deverá crescer ano a ano até atingir, daqui a quatro anos, o percentual de 50% das vagas oferecidas nos processos seletivos das instituições federais de ensino mantidas pelo MEC.
O MEC havia informado no começo deste mês que a lei deveria ser aplicada imediatamente em universidades e institutos federais. Com a definição, editais de processos de seleção das universidades deveriam ser refeitos para abrigar as novas regras.
O presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Carlos Edilson de Almeida Maneschy, informou que a entidade aguardaria a publicação do decreto para apresentar uma posição concreta.
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